Navegação Espiritual
Quando ''coisas'' pequenas não são pequenas.
Melhor, ''coisa pequena''. Trata-se de um singular, mas com inúmeros plurais. Tantos, que quando me bateram, me deixaram atordoado. Algo bateu forte. E veio sem avisar. Num grande de repente. E não foi nenhuma pedra. A marca da pedra passa. E tem tendência a diminuir, a dôr. Esta marca parece não passar. E a sua dôr tem vindo a aumentar. Dedico-lhe uma música. Nenhuma pedra teria essa sorte. Então atiro a pedra para longe. Nem faço pontaria.
Resta-me então, o que até agora nem sequer pôde sobrar.
Páro de escrever.
Não se alonga o que ''nunca'' (num presente) teve coragem de ser pelo menos pequeno.
(Presente que se vai tornando passado, de futuro incerto)


6 Comments:
definitivamente n andas mt bem... ca pa mim tas é apaixonado :)
00:09
Só podes tar in love...
11:08
por aki se vê a falsa sensibilidade das raparigas, tu a descreveres uma grande broa k apanhaste e elas falam em "apaixonado". realmente....so numa cabeça femunina
19:42
sim, elas estão muito bem servidas no que toca á falsa sensibilidade... é um facto. O que não quer dizer que por vezes não acertem... Se acertaram aqui? pois, nao sei. =)
21:07
bom...
02:57
pois... é assim... a... precipitei-me um pouco nas palavras e realmente nego o ultimo comment... quer dizer.. hum... nao! agr ja n da pa negar, fico-me pela mão dela, que já é melhor k nada...
O lobo amarelo foi visto a comer uma sardinhada no bairro alto em lx.. esquisito.
18:18
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